Em dezembro de 2016 Beto Richa colocou
à venda ações da Sanepar. Estima-se que tenha havido uma arrecadação
próxima de R$ 2 bilhões. Segundo anúncio do presidente da Sanepar na
época, da venda R$ 250 milhões seriam investidos em negócios da
Companhia. Dedução: o restante iria para o caixa do governo.
Em
28 de abril deste ano, Beto Richa enfiou goela abaixo do Conselho de
Administração da Copel – CAD, a ampliação da remuneração de acionistas
de 25% para 50% dos lucros da empresa no
ano de 2016. O repasse aos acionistas aumentou de R$ 283 milhões para
R$ 506,2 milhões da noite para o dia, principalmente para engordar o
caixa do governo, principal acionista.
O Conselho de Administração da
Copel, um mês antes, havia aprovado remunerar em apenas 25% os
acionistas. De uma hora para outra, todo planejamento de investimentos
que havia sido preparado pela empresa foi desestruturado.
Desde 2015 as propostas de Acordo Coletivo e PLR da Copel, e de outras
estatais paranaenses, precisam passar primeiro pelo CCEE – Conselho de
Controle das Empresas Estaduais, instituído por Beto Richa. A intenção é
gastar menos com os trabalhadores.
Um caminho de desvalorização.
Agora, o faminto Beto contingencia cerca de R$ 6 milhões de recursos próprios da UEL, gerados pelas atividades da Universidade, bloqueando o uso deste recurso e esbofeteando a autonomia universitária.São todos casos de apropriação indevida do patrimônio público construído ao longo de décadas.
Valdir Grandini (Dentinho), jornalista e consultor cultural independente.
Um caminho de desvalorização.
Agora, o faminto Beto contingencia cerca de R$ 6 milhões de recursos próprios da UEL, gerados pelas atividades da Universidade, bloqueando o uso deste recurso e esbofeteando a autonomia universitária.São todos casos de apropriação indevida do patrimônio público construído ao longo de décadas.
Valdir Grandini (Dentinho), jornalista e consultor cultural independente.
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